Por Isabel Braga
Agência O Globo .
Após causar a ira do Palácio do Planalto com a polêmica “pauta-bomba”, o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), foi chamado para jantar no Palácio da Alvorada e convidado para integrar a comitiva presidencial que irá à abertura das Olimpíadas de Londres. Agora, diz que a relação com a presidente Dilma está na fase do “tome love todo dia”. Frisa, porém, que os deputados não são obrigados a concordar com tudo que o governo quer e avisa que sua meta é aprovar o fim do fator previdenciário, que o governo evita a todo o custo.
O GLOBO: A impressão é que a relação da presidente Dilma com a Câmara é mais turbulenta do que a do governo Lula. O senhor concorda?
MARCO MAIA: Todas as matérias enviadas pela presidente e que eram importantes para o país foram aprovadas. A Constituição diz que os poderes são harmônicos, mas independentes e autônomos.
O senhor tirou projetos polêmicos da gaveta…
MAIA: Aqui, tradicionalmente, na dúvida, não se votava. Neste um ano e meio, nós, na dúvida, votamos. Invertemos a lógica.
O ministro da Fazenda disse que, se o Congresso aprovar 10% do PIB para a Educação e acabar com o fator previdenciário, quebra o país.
MAIA: Temos de construir sempre a síntese mais equilibrada. Vincular à educação 10% do PIB foi o consenso construído.
Como o senhor responde às críticas de que pôs uma pauta-bomba em votação?
MAIA: São declarações equivocadas. Primeiro, disseram que eu estava querendo enfrentar a presidente. Segundo, que eu estaria fazendo isso porque não fui atendido em cargos no governo ou no Banco do Brasil. Não é verdade. A pauta foi montada em cima de reivindicações da sociedade e dos partidos.
O senhor quer votar a nova reforma da Previdência até o final de sua gestão?
MAIA: O fator previdenciário atinge a totalidade dos trabalhadores que estão hoje empregados. Não é razoável que o trabalhador, contribuindo por 35 anos, ao se aposentar, tenha uma redução na aposentadoria por não ter completado uma idade mínima. Não estamos falando em prejudicar contas públicas. Temos que encontrar um caminho que restabeleça a justiça. No nosso 0800 e no site a matéria que mais tem intervenção do cidadão é o fator previdenciário. O Parlamento não pode se omitir nisso. Eu pretendo, na minha gestão, votar esta questão.
Como define sua relação com a presidente?
MAIA: É a melhor possível, de amizade, de parceria, de dois dirigentes políticos que fazem parte do mesmo partido, estão do mesmo lado. Isto não nos dá, é óbvio, o direito de querer concordar um com o outro em tudo. É natural, faz parte do processo.
A relação está bem, então?
MAIA: Eu brinquei com a presidente, citando uma música sertaneja que diz: “tome love o dia inteiro”. Minha relação com a presidenta é isso: estamos na fase do tome love o dia inteiro. Ela riu e disse: é isso mesmo! Mas ela não conhecia a música (risos).
Depois que o senhor assumiu, foram aprovados reajustes para deputados, servidores e, agora, teve aumento da verba de gabinete…
MAIA: Esse tema da remuneração do Parlamento vem desde a Grécia. Só participavam dos parlamentos os nobres, aqueles que tinham outra fonte de renda. As camadas mais populares só começaram a participar quando se estabeleceram critérios de remuneração. Precisamos ter uma uniformização para permitir que os parlamentares exerçam seu mandato de forma integral, sem diferenças entre pobres e ricos.
Os servidores também?
MAIA: Não é razoável que eles fiquem cinco anos sem reajuste. Como não há uma regra, os reajustes do setor público vão acontecendo de acordo com a conveniência política. Por que uns recebem mais e outros menos no setor público? Porque uns têm mais poder de pressão, de perturbar os governos. Tínhamos que estabelecer regras de reajuste para o setor público.


















Até que enfim está chegando a hora do Brasil deixar de mostrar apenas a sala de estar para os Países do mundo. A sala de estar normalmente é bem arrumada e decorada, e nesta sala em particular deixamos à mostra um baú tão cheio de nosso PIB que até na tampa todos percebem que está derramando. Se entrarem na cozinha todos observarão os gráficos bem preparados, bem dosados e demonstrando a ascensão de todos os sabores, ou seja, de todos os segmentos da sociedade como a saúde, a educação e tudo que um País tem de melhor. Agora perguntamos: Porque também não mostram o nosso terreiro para ver se alguém no mundo se orgulharia ao tomar conhecimento dos problemas que nós brasileiros passamos, e isto em todos os setores, por saberem que somos um dos países mais ricos da Terra?
O que nos faz lutar pelo fim do Fator Previdenciário é justamente o não cumprimento destas obrigações primordiais que são responsabilidades do governo e a ação injusta ao criá-lo. Os que tiveram uma boa saúde e educação levantem as mãos para o céu e agradeçam! Os que não tiveram esta sorte, mas passaram a vida inteira ajudando a encher este bendito baú, nos dê e nos faça o que é de direito.
Todos precisam da integralidade nas aposentadorias, no seu tempo certo, para poder pelo menos comprar remédios e ter uma alimentação sadia e ser até possível ajudar nossos filhos para um futuro melhor; isto já seria um grande passo para mostrar ao mundo que o baú está realmente cheio, mas com o líquido, pois o que o faria transbordar já foi utilizado para o bem dos brasileiros.
O atual “Fator Previdenciário” vem diminuindo muito o valor das aposentadorias, causando enormes dificuldades aos aposentados do regime geral de previdência social.
O ideal seria conceder aumento real aos aposentados e substituir o Fator Previdenciário pelo *Fator Incentivo.
*facultativo aos que completam o tempo de contribuição (mulheres 30 anos/homens 35) e desejarem postergar a aposentadoria, recebendo por isto um bônus para cada ano a mais de contribuição.
Atende as necessidades da previdência sem ferir as expectativas dos segurados e oferece aos contribuintes a possibilidade de melhorar a aposentadoria.
Alternativa B)
Soma da Idade com o Tempo de Contribuição:
85 mulher / 90 homem = valor normal da aposentadoria.
90 mulher / 95 homem = acréscimo no valor da aposentadoria.
Gostaria que este pessoal tenha bom senso e deixe de enganar os trabalhadores por que nao fazen a media de 90 prara ca 70 maiores salarios forma 85/95 nao dos últimos 36 meses beneficiaria todos. A Dilma, Lula e Fernando Henrique, politica mente, já são peixes mortos, pois acredito que os trabalhadores e seus familiares não votarão mais neles apesar de muitos não conhecerem o fator previdenciário até na hora de se aposentar. Pensam que algum juiz vai dar volta por cima. Amigo, a justiça é um vaca atolada. Você morre e não julgam seu processo. Vamos la Brasil.
COMO PODE FALAR QUE SE APROVAR O FIM DO FATOR O PAIS QUEBRA ? É O FIM MESMO O QUE QUEBRA O PAIS É ESSA CORRUPÇAO QUE NAO TEM FIM
ACHO QUE A MELHOR RESPOSTA PARA ESTA CAMBADA É NAS URNAS EM OUTUBRO.NÃO SE ILUDAM, SE O FATOR TIVER UM SUBSTITUTIVO, COM CERTEZA SERÁ PARA PIOR.FORA PT, DILMA,LULA E ESTE MONTÃO DE TERNEIROS MAMÕES,PUXA SACOS E CORRUPTOS.
Acho que morro e não vejo o fim deste fator ,porque todo mês ele vai para votação e nunca é votado.Dona Dilma odeia aposentado.